Termos de uso

Q1. Quais informações são coletadas durante o Asset Discovery?

O Asset Discovery reúne informações detalhadas sobre dispositivos em sua rede, incluindo:

  • Tipo de dispositivo e especificações de hardware (por exemplo, CPU, memória, espaço em disco).
  • Detalhes da rede, como endereços IP e MAC.
  • Detalhes do software e do sistema operacional instalados.

Você pode configurar quais dados coletar com base no escopo de suas verificações. Saiba mais sobre como configurar escaneamentos.


Q2. Como o Asset Discovery coleta dados?

O ADE usa uma abordagem sem agente, aproveitando protocolos como ICMP, ARP, NetBIOS, DNS, LDAP, TCP, SNMP, SSH/Telnet e WMI para descobrir e coletar dados dos recursos.

  • A descoberta baseada em domínio usa ARP, DNS, LDAP e TCP para varredura em nível de domínio.
  • A descoberta de faixas de IP emprega ICMP, SNMP, SSH e Telnet para escanear dispositivos dentro de faixas de IP específicas.
  • As varreduras detalhadas recuperam informações detalhadas usando SNMP, WMI, SSH/Telnet e outros métodos.


Q3. Quais protocolos são utilizados para descoberta baseada em domínio?

A descoberta baseada em domínio depende de ARP, DNS, LDAP, WinNT e TCP para localizar recursos em domínios específicos.


Q4. Quais credenciais são necessárias para a digitalização?

O ADE suporta três tipos de credenciais:

  • Credenciais de domínio - Para acessar recursos do domínio (nome de usuário e senha).
  • Credenciais de intervalo IP - usadas para escaneamentos baseados em SSH/Telnet (nome de usuário, senha e senha de administrador opcional).
  • Sequências de caracteres comunitárias SNMP - necessárias para dispositivos habilitados para SNMP.


Q5. As credenciais de administrador de domínio são necessárias?

Não, as credenciais regulares do usuário do domínio são suficientes para a descoberta básica. No entanto, informações mais detalhadas, como especificações de hardware, exigem um usuário com privilégios de administrador local.


Q6. Como as credenciais são armazenadas?

As credenciais são armazenadas com segurança usando criptografia AES de 128 bits no registro ChangeGear. Durante o uso, eles são criptografados na memória com a estrutura de dados do sistema.NET, Segurança, Secure String e eliminados imediatamente após o uso.


Q7. Como o ADE acessa as credenciais armazenadas?

Durante uma verificação, o ADE recupera as credenciais do registro e as descriptografa. Dependendo do protocolo, as credenciais são aplicadas com segurança:

  • As credenciais SSH são transmitidas por canais criptografados.
  • As cadeias de caracteres da comunidade SNMP são transmitidas em texto simples.


Q8. O ADE afetará minha rede?

O ADE foi projetado para minimizar o impacto na rede. Fatores como tamanho, latência e capacidade da rede afetam o desempenho. O agendamento de escaneamentos fora do horário comercial ou em escritórios remotos pode reduzir a sobrecarga.


Q9. O ADE acionará meu Sistema de Detecção de Intrusão (IDS)?

O ADE não usa exploits ativos ou pacotes “criados”, o que torna improvável que acione um IDS.


Q10. Devo configurar o SNMP em todos os meus dispositivos?

Não, a configuração SNMP é opcional. No entanto, habilitá-lo permite uma melhor classificação dos dispositivos (por exemplo, impressoras) e coleta informações mais detalhadas.


Q11. Existem requisitos de rede para o ADE?

  • As máquinas Windows exigem que o WMI e o DCOM estejam em execução.
  • As máquinas Linux precisam habilitar SSH (preferencialmente) ou Telnet, com autenticação baseada em senha.
  • A máquina de digitalização também deve ter o WMI e o DCOM em execução e estar vinculada a um domínio.

What Luma can automate

In practice, Luma can automate or orchestrate anything an ESM platform can support, provided the fulfillment system(s) exposes the appropriate API, service interface, or MCP server. That includes request fulfillment, approvals, access workflows, onboarding and offboarding, asset and software provisioning, incident triage, knowledge-assisted resolution, service catalog interactions, status tracking, outbound notifications, and cross-functional workflows spanning ITSM, HR, ERP, CRM, and other enterprise systems.

  • Run workflows natively in Luma when speed, consistency, or central governance is the priority OR existing workflows do not exist.
  • Invoke an existing workflow in another vendor application when an external workflow engine already handles the process or  the system of record such as a ITSM or CRM system has the workflow in its catalog.
  • Use Luma as the intelligent front-end either way, handling conversation, triage, data collection, policy checks, status updates, approvals, and outbound communications.

Why common IT examples matter

Password reset and account unlock are useful examples not because they define the limits of Luma, but because they reveal what enterprise service automation really requires. Even these seemingly simple workflows can depend on where identity resides, which controls must be enforced, and how risk is managed.

Example What the user sees What Luma governs behind the scenes
Password reset / account unlock A guided conversation that verifies context, confirms identity, and keeps the user informed. Directory targets may be on-premise, cloud, or hybrid; SSO may also be involved; policy can require identity proofing, role checks, step-up authentication, approvals, or escalation.
Software provisioning The user requests an application or entitlement and receives clear status updates through fulfillment. Luma can validate eligibility, enforce policy, trigger approvals, call fulfillment APIs or external workflows, and communicate completion or exceptions.
Incident troubleshooting with knowledge The user gets guided diagnosis and recommended actions in plain language before a ticket is opened. Luma can apply knowledge articles, known error patterns, and decision logic to deflect tickets, or open a well-formed incident with full context if automation does not resolve the issue.


The same pattern extends far beyond IT. Luma can front-end multi-step workflows across HR, finance, facilities, customer operations, and any domain where an organization needs guided interaction plus controlled execution.

System-of-record agnostic by design

Enterprise deployments are rarely homogeneous. The system of record may be a leading ITSM or ESM platform, a specialized identity product, a SaaS application, a legacy on-premise system, or a custom workflow engine. Luma is designed for this reality. It can execute natively where appropriate, or call existing automations in another application and still own the user experience end to end.

  • Integrate through APIs, webhooks, and service interfaces when that is the best enterprise fit.
  • Prefer MCP-based integration when available to simplify tool discovery, invocation, and governance
  • Preserve the external platform as the system of record while Luma manages conversation, triage, workflow selection, notification, approval interactions, and follow-up communications.

Enterprise controls, policy enforcement, and responsible AI

Luma should not be positioned as a lightweight task chain or a happy-path automation utility. Enterprise service automation requires controls. Luma supports policy-aware execution so that automation can enforce required rules before action is taken, not after a mistake has already propagated. That includes conditional approvals, entitlement checks, segregation of duties, environment-specific logic, and audit-ready execution records.

  • Protect sensitive information through role-based access controls, data minimization, and masking of personal or corporate data where it should not be exposed.
  • Support responsible AI patterns so confidential enterprise content and personal data are not unnecessarily sent to an LLM or retained in logs.
  • Provide human-in-the-loop handling for exceptions, approvals, and higher-risk actions where policy or compliance demands oversight.
  • Maintain the operational discipline expected in enterprise environments, including traceability, status visibility, exception handling, and controlled escalation paths.

The business value

The result is a more scalable and more trustworthy service experience: users get fast, intelligent assistance; service teams reduce manual effort and ticket volume; and the enterprise retains the policy enforcement, compliance posture, and architectural flexibility required for real-world operations. Luma combines conversational intelligence with governed execution, making it suitable not just for simple automations, but for true enterprise service transformation.

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